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Lusodescendente residente no Luxemburgo conquista 12° título mundial de matraquilhos
Yannick Correia continua a colecionar títulos mundiais de matraquilhos.

Lusodescendente residente no Luxemburgo conquista 12° título mundial de matraquilhos

Foto: LW
Yannick Correia continua a colecionar títulos mundiais de matraquilhos.
Desporto 2 min. 15.05.2019

Lusodescendente residente no Luxemburgo conquista 12° título mundial de matraquilhos

Álvaro Cruz
Álvaro Cruz
Yannick Correia esteve em destaque ao vencer o mundial individual de matraquilhos em mesa francesa, em Caen, no fim de semana.

"Faltava-me este título individual na mesa francesa (Bonzini) de matraquilhos, que não é fácil, e que me deixou bastante feliz. Já tinha ganho dois mundiais em pares, mas em singulares foi a primeira vez", diz Yannick Correia com um sorriso rasgado.

O jogador lusodescendente alcançou o 12° título mundial do palmarés em em várias competições internacionais. Algo de que o jogador se orgulha, mas que o não envaidece: "É natural que me sinta bastante satisfeito por continuar a colecionar títulos porque eu adoro jogar matraquilhos. Isto, para mim, é um prazer tremendo", vinca.

"Comecei a jogar aos 13 anos e desde então a paixão foi aumentando. Agora, é impossível estar sem competir", garante o jogador dos Lusitanos de Esch-sur-Alzette, clube ao serviço do qual já se sagrou por várias vezes campeão do Luxemburgo e conquistou inúmeras taças e troféus internacionais.

Mais um título mundial para o jogador lusodescendente.
Mais um título mundial para o jogador lusodescendente.
Foto: Yannick Correia

Mas o percurso até à vitória, em França, não foi fácil. Yannick Correia defrontou mais de uma dezena de adversários de grande qualidade, alguns em condições adversas. "A partir dos oitavos de final, as dificuldades foram aumentando gradualmente. Ganhei muitos jogos à tangente, ma,s na final, conseguiu derrotar o campeão de França, Olivier Govos, por 5-2, e garantir o título", congratula-se.

Sobre as ambições que tem para o futuro, Correia foi peremtório: "Ainda tenho muitas provas para ganhar. Neste momento, sou o 2° ou 3° jogador mundial com mais títulos, atrás do belga Collignon, que é um fenómeno. Mas tenho a ambição de vencer muitas provas internacionais um pouco por todo o mundo, sobretudo nas mesas em que ainda não ganhei nada de significativo", revela.

Em Caen, o Luxemburgo obteve um excelente 3° lugar na prova por seleções, depois de ter batido a Alemanha por 20-14 no jogo de atribuição para o 3° e 4° lugares.

Yannick Correia, Steve Dias, Fábio Ferreira, Carlos Silva e Bruno Gonçalves formaram a seleção grã-ducal na competição que garantiu de forma brilhante mais uma medalha.

O jogador lusodescendente que no ano passado integrou a seleção europeia no torneio continental individual de ’Masters’, em Las Vegas, Estados Unidos, prepara-se para disputar mais uma prova de âmbito mundial em representação da seleção luxemburguesa que se disputa no próximo mês de junho, em Murcia, Espanha.

"É sempre um orgulho ser chamado para participar nas melhores competições internacionais. Depois desta vitória em França, se conseguir um bom resultado ao serviço do Grão-Ducado, fecho a temporada da melhor forma", conclui.

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