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I Liga. Casos positivos de covid-19 sucedem-se e DGS aperta regras para regresso à competição
Desporto 3 min. 10.05.2020

I Liga. Casos positivos de covid-19 sucedem-se e DGS aperta regras para regresso à competição

I Liga. Casos positivos de covid-19 sucedem-se e DGS aperta regras para regresso à competição

Foto: LUSA
Desporto 3 min. 10.05.2020

I Liga. Casos positivos de covid-19 sucedem-se e DGS aperta regras para regresso à competição

Redação
Redação
Cinco casos no Famalicão juntam-se a três no Guimarães, um no Benfica e um no Moreirense. Dois testes antes dos jogos e recolhimento obrigatório até ao fim da época serão algumas das normas a seguir por todos na I Liga.

Três jogadores do Famalicão e dois membros da estrutura do clube tiveram testes positivos à covid-19, nos exames efetuados no final da semana, segundo avança a agência Lusa.

Os jogadores que tiveram agora resultado positivo foram submetidos aos testes de despistagem na passada quinta-feira, 7 de maio, foram enviados para casa e estão em isolamento, de acordo com a mesma agência.

Também um jogador do Benfica, segundo avança o JN, e um do Moreirense estão infetados com o novo coronavírus.

Este sábado outros três jogadores do Vitória de Guimarães tiveram resultados positivos à covid-19, nos testes efetuados pelo clube.

 Dois testes antes dos jogos e recolhimento obrigatório na I Liga

Os jogadores da I Liga vão efetuar dois testes da covid-19 num período de 48 horas antes de cada jogo e têm que se manter em recolhimento domiciliário, revelou hoje a Federação Portuguesa de Futebol (FPF).

No seu site oficial, a FPF divulgou o parecer técnico da Direção-Geral da Saúde (DGS) para o regresso do futebol do primeiro escalão em plena pandemia da covid-19.

De acordo com o documento, jogadores, mas também árbitros e treinadores, estão obrigados a ficar em casa até final da época, podendo apenas sair para treinar ou jogar.


Portugal. DGS diz que em caso de muitos testes positivos no futebol risco será avaliado
Três jogadores do Vitória de Guimarães tiveram resultados positivos à covid-19, nos testes efetuados pelo clube, informou no sábado o emblema da I Liga portuguesa de futebol.

“Para minimizar o risco de infeção, os atletas, as equipas técnicas e os árbitros devem manter-se em recolhimento domiciliário desde a data do início da retoma dos treinos para as competições oficiais e até ao final da temporada de todas as competições. Entende-se por recolhimento, o cumprimento de medidas rigorosas de distanciamento físico com outras pessoas. As deslocações dos intervenientes acima indicados devem restringir-se ao trajeto domicílio-clube/competição-domicílio”, lê-se no site da FPF.

Para facilitar essa situação, a DGS defendeu que os clubes devem “apoiar os atletas e as suas famílias” e recorrer a “entregas domiciliárias de bens e serviços”.

“Após este período de 14 dias (de testes), atletas, equipas técnicas e árbitros com dois testes laboratoriais negativos que estejam clinicamente aptos, após avaliação pelo departamento médicos dos clubes, podem iniciar treinos coletivos e participar nas competições oficiais”, lê-se no comunicado.

Mesmo assim, antes de cada jogo, num período de 48 horas, os jogadores serão submetidos a dois testes.

Jogos à porta fechada e em poucos estádios

O organismo confirmou que os jogos serão realizados à porta fechada e que a circulação de adeptos na zona exteriores dos estádios será “limitada”.

“Não está autorizada a concentração de pessoas em número superior a 10. As forças e serviços de segurança devem, sob proposta da FPF, assegurar o cumprimento da legislação vigente, nomeadamente promover a dispersão de concentração de pessoas, quer no perímetro dos estádios, quer junto a hotéis, centros de treino, e via pública”, diz o comunicado.

Segundo a DGS, a FPF terá que “elaborar um documento estruturado com as recomendações e regras para a retoma das competições oficiais da I Liga de Futebol e da Taça de Portugal que seja do conhecimento público” e em que estará definido os estádios em que os restantes jogos serão disputados.

“As competições devem ser realizadas no menor número possível de estádios. Estes estádios selecionados devem ser aprovados, para o efeito de retoma destas atividades desportivas, pela Autoridade de Saúde Regional. Estes estádios devem ter as condições que permitam a implementação de medidas de prevenção e controlo de infeção de forma sustentada”, aconselhou a DGS.

Com Lusa

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