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Futebol feminino: Junglinster confiante num baptismo feliz na “Champions”
O treinador Pedro Cunha e a capitã do Junglinster, Carina Alves

Futebol feminino: Junglinster confiante num baptismo feliz na “Champions”

Foto. Á. Cruz
O treinador Pedro Cunha e a capitã do Junglinster, Carina Alves
Desporto 15.07.2015

Futebol feminino: Junglinster confiante num baptismo feliz na “Champions”

FC Twente, Ferencváros e ASA Tel-Aviv University são os adversários do Junglinster no grupo 4 da Liga dos Campeões feminina, cujos jogos se disputam na Holanda de 11 a 16 de Agosto.

FC Twente, Ferencváros e ASA Tel-Aviv University são os adversários do Junglinster no grupo 4 da Liga dos Campeões feminina, cujos jogos se disputam na Holanda de 11 a 16 de Agosto.

O treinador Pedro Cunha e a capitã Carina Alves estão a preparar os encontros da “Champions”, uma experiência que querem “agarrar com unhas e dentes”.

Para Carina, a participação europeia da sua equipa é “o sonho de qualquer jogadora aqui no Luxemburgo”. “Sabemos que temos adversárias de grande nível, mas queremos acima de tudo dignificar o futebol luxemburguês e alcançar pelo menos uma vitória. Os dirigentes estão a trabalhar para que tudo corra bem e como vamos ter o apoio dos nossos simpatizantes, acredito que esta vai ser uma experiência inesquecível”.

O treinador Pedro Cunha já tem “algum conhecimento” sobre as adversárias, o que lhe vai permitir “preparar os jogos com grande empenho e concentração”.

A equipa iniciou os treinos esta terça-feira e o “entusiasmo é grande”, garante a capitã. “Esta é uma oportunidade de todas as jogadoras se mostrarem na mais importante competição do futebol europeu. Temos uma equipa jovem, mas com muito valor”, diz Carina Alves.

Para a internacional luxemburguesa, o trabalho do treinador “tem sido muito bom”. “O rigor, a disciplina e a exigência nos treinos têm sido bastante benéficos para todas. Vencemos o campeonato e a taça, e com a participação na Liga dos Campeões, as nossas responsabilidades aumentaram”, sublinha.

Pedro Cunha está no Luxemburgo há um ano e classificou a sua primeira experiência no futebol feminino de “muito agradável e enriquecedora”.

“Fiquei surpreendido com a qualidade de certas jogadores no Luxemburgo e também com as excelentes condições de trabalho que encontrei. São melhores que em muitos dos clubes portugueses”, diz. “Estou muito contente com as minhas jogadoras e com a sua evolução. Algumas portuguesas deste campeonato deveriam ser observadas por dirigentes lusos, porque tenho a certeza que poderiam integrar a nossa selecção”, remata.

Á. Cruz


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