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Finais da Liga dos Campeões e da Taça de Portugal vão ser sem público
Desporto 2 min. 15.07.2020

Finais da Liga dos Campeões e da Taça de Portugal vão ser sem público

Finais da Liga dos Campeões e da Taça de Portugal vão ser sem público

AFP
Desporto 2 min. 15.07.2020

Finais da Liga dos Campeões e da Taça de Portugal vão ser sem público

Decisão de fazer estes jogos à porta fechada foi oficializada esta terça-feira no Conselho de Ministros extraordinário do governo português.

A fase final da Liga dos Campeões e a final da Taça de Portugal vão mesmo ser sem público. 

A decisão foi tomada esta terça-feira à noite, pelo governo português, em Conselho de Ministros extraordinário e acaba por confirmar o que já tinha sido adiantado, no início do mês, pela UEFA, no que se refere à competição europeia.

"O Comité Executivo considerou prudente que todos os jogos UEFA decorram à porta fechada até nova comunicação. A decisão foi tomada em concordância com associações nacionais e as autoridades das ‘finais a oito', de Portugal, Alemanha [Liga Europa] e Espanha [Liga dos Campeões feminina]. A restrição aplica-se, também, aos restantes jogos da Youth League", referiu o organismo, na altura.

A fase final da Liga dos Campeões está marcada para Lisboa, a partir de 12 de agosto, com as equipas a disputarem quartos de final, meias-finais e final na capital portuguesa, entre o Estádio José Alvalade e o Estádio da Luz, que recebe a final em 23 de agosto.  


Anunciados os jogos da final a oito da Liga dos Campeões
As eliminatórias vão ser disputadas apenas a uma mão, em Lisboa, entre 12 e 23 de agosto.

Taça de Portugal sem a festa dos adeptos

Sem público e sem o Jamor, também a tradicional festa da final da Taça de Portugal fica sem efeito este ano. O jogo terá lugar em Coimbra e está marcado para 01 de agosto, encerrando a época futebolística em Portugal com um duelo entre o FC Porto e o Benfica.  

Portugal “não foi escolhido por acaso” para final da Liga dos Campeões

De acordo com um conselheiro da Organização Mundial da Saúde (OMS). Portugal “não foi escolhido por acaso” para acolher a final da Liga dos Campeões de futebol, mas porque “foi um dos países que melhor lidou” com a covid-19.

Em declarações à Lusa, a dias de participar numa iniciativa ibérica sobre o impacto da pandemia no setor do turismo, Maurizio Barbeschi, conselheiro do diretor executivo para as Emergências Sanitárias da OMS, realça que Portugal foi escolhido porque “tem um sistema de saúde forte” e “foi um dos países que melhor lidou” com a pandemia.

 “[Portugal] não foi escolhido pela qualidade das infraestruturas ou pela tradição futebolística, mas por tudo o que rodeia o campo de futebol”, que goza de “elevada consideração(...) Se acrescentarmos o sistema público, a consciência do protocolo, as medidas de verificação e mitigação – tudo isso fundamentou a decisão de considerar que a escolha de Portugal era a que mais minimizava os riscos”, considera.  

Sobre o risco sanitário associado à realização da final de futebol, o conselheiro lembra que “a pandemia ainda estará presente” na Europa e em Portugal, mas acrescenta que as equipas finalistas “vão viajar com atenção especial” e “já estão a tomar medidas para minimizar os seus próprios riscos”, realça. “As equipas serão uma espécie de bolhas, movendo-se em simultâneo, em direção a Portugal, e isso é muito bom”, porque Portugal apresenta garantias, destaca.

Com agências 


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