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Em Dudelange: Sporting Etoile du Sud celebrou 40 anos
Desporto 08.11.2017

Em Dudelange: Sporting Etoile du Sud celebrou 40 anos

Os 'leões' de Dudelange festejaram o 40° aniversário com festa rija

Em Dudelange: Sporting Etoile du Sud celebrou 40 anos

Os 'leões' de Dudelange festejaram o 40° aniversário com festa rija
Foto: Á. Cruz
Desporto 08.11.2017

Em Dudelange: Sporting Etoile du Sud celebrou 40 anos

O Sporting Etoile du Sud, uma das referências dos antigos campeonatos de futebol da Federação das Associações Portuguesas do Luxemburgo (FAPL), celebrou no domingo o quadragésimo aniversário com um programa de festividades que se prolongou por todo o dia, em Dudelange.

(ÁC) O Sporting Etoile du Sud, uma das referências dos antigos campeonatos de futebol da Federação das Associações Portuguesas do Luxemburgo (FAPL), celebrou no domingo o quadragésimo aniversário com um programa de festividades que se prolongou por todo o dia, em Dudelange.

A bola rolou logo pela manhã num dos recintos desportivos da cidade para “matar as saudades” e abrir o apetite para o almoço que teve lugar na sala Hild e contou com várias dezenas de ex-jogadores, dirigentes, sócios e simpatizantes em ambiente de festa.

Depois do baile, mas antes de se cortar o tradicional bolo de aniversário, João Silva, a mais emblemática figura da história dos ’leões’ de Dudelange, entregou prémios a várias pessoas que, no entender do homem que foi presidente durante quase três décadas da popular associação, “serviram, trabalharam e acompanharam incondicionalmente a vida deste clube ao longo destes 40 anos de história”.

O Sporting Etoile du Sud é um dos grandes “amores” da vida de João Silva, que fez do clube a sua segunda casa.

“Cheguei pouco depois da fundação e ainda era jogador. Depois, comecei a gostar e a envolver-me bastante com a vida do clube. Passado pouco tempo já era presidente, cargo que desempenhei durante praticamente trinta anos”, recorda.

“Quando assumi a presidência, o clube corria riscos de acabar, e eu não quis que isso acontecesse. Fui chamado para assumir o lugar e aqui continuei ao longo dos anos, exceptuando um ou outro curto lapso de tempo, fazendo um pouco de tudo, com a ajuda de vários amigos que trabalharam para manter este clube vivo”.

Sobre a sobrevivência dos clubes portugueses no Luxemburgo, lamentou que a grande maioria “já tenha fechado as portas”, lamentou “a falta de implicação” dos mais novos na vida associativa, mas regozijou-se “por mais um dia marcante na vida do clube”.

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