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Covid-19. Ronaldo viajou em voo privado da Luxembourg Air Rescue
Desporto 2 min. 14.10.2020

Covid-19. Ronaldo viajou em voo privado da Luxembourg Air Rescue

Covid-19. Ronaldo viajou em voo privado da Luxembourg Air Rescue

Foto: AFP
Desporto 2 min. 14.10.2020

Covid-19. Ronaldo viajou em voo privado da Luxembourg Air Rescue

Ana TOMÁS
Ana TOMÁS
DGS garante que viagem de Ronaldo depois de teste positivo cumpre normas de saúde europeias e não custou nada ao Serviço Nacional de Saúde

Cristiano Ronaldo viajou para Turim num avião-ambulância privado operado pela Luxembourg Air Rescue.

Segundo o Luxemburger Wort, estas aeronaves especiais estão equipadas para esses casos, pois têm experiência no transporte de pacientes com ébola, que é altamente transmissível, estando por isso preparadas com cabines para isolar pessoas infetadas. 

O jogador já está em Turim, em Itália, para onde seguiu hoje nesse voo privado, que partiu do aeródromo de Tires, em Portugal, pelas 13h30.


Covid-19. Ronaldo deixa Portugal em avião-ambulância privado
O futebolista português Cristiano Ronaldo, que testou positivo à covid-19, deixou hoje Portugal, a bordo de um avião-ambulância privado, que partiu do aeródromo de Tires, constatou a agência Lusa no local.

“Cristiano Ronaldo regressou à Itália num voo médico autorizado pelas autoridades sanitárias competentes, a pedido do jogador, e continuará o seu isolamento em casa”, indicou a Juventus, clube do jogador, em comunicado na sua página oficial.  

A Diretora Geral da Saúde, Graça Freitas, esclareceu esta quarta-feira, 14 de outubro, que a viagem que Cristiano Ronaldo realizou para Turim, onde tem a sua residência, depois de ter sido testado positivo à covid-19, segue as mesmas regras sanitárias aplicadas "a qualquer outra pessoa".

Foto: Luxembourg Air Rescue


Na conferência de imprensa de balanço epidemiológico, Graça Freitas explicou que em relação à saída de Ronaldo do país, como à de outros jogadores da Seleção Portuguesa de Futebol, mesmo com teste positivo à covid-19 e devendo a partir daí ficar em isolamento, "se aplica o mesmo [que] a qualquer cidadão estrangeiro que esteja em Portugal".

A diretora-geral da saúde lembrou que se trata de procedimentos "bastante bem tipificados"  e que os "Estados-membro da União Europeia estão obrigados a cumpri-los, seja com um cidadão mais ou menos conhecido".  

Recordando os casos dos outros dois jogadores da seleção, José Fonte e Anthony Lopes, que também estão infetados, a responsável explicou que esta é um situação que "sucedeu a três jogadores da seleção, dois que regressaram a França onde têm domicílio e outro que regressa a Itália onde tem o seu domicílio, ou pelo menos um dos seus domicílios". 


Portugal passa a barreira dos dois mil casos diários de covid-19. Só no Norte são mil
No dia em que o primeiro-ministro, António Costa, anunciou novas restrições para fazer face à pandemia, o país bateu o recorde de infeções diárias, ultrapassando pela primeira vez as duas mil, com 2.072 casos confirmados nas últimas 24 horas.

Graça Freitas acrescentou ainda que o transporte, nestes casos, não é custeado pelo Serviço Nacional de Saúde, ficando "inteiramente a cargo da pessoa, do doente, que tem de providenciar o seu transporte e, de resto, é tratado como qualquer outra pessoa".

Depois de encontrado esse transporte, é ainda feita, referiu, "uma avaliação pela autoridade da saúde" e é necessário "seguir determinados trâmites",  como a assinatura de um termo de responsabilidade.

"Uma das coisas que as pessoas fazem é assinar uma declaração em como têm o compromisso perante as autoridades de saúde de que vão cumprir o isolamento profilático. Enquanto isso não sucede, nada progride", sublinhou.


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