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Comité Olímpico apoia vacinação, mas sem reivindicar prioridade para atletas
Desporto 26.01.2021 Do nosso arquivo online

Comité Olímpico apoia vacinação, mas sem reivindicar prioridade para atletas

Comité Olímpico apoia vacinação, mas sem reivindicar prioridade para atletas

Foto: AFP
Desporto 26.01.2021 Do nosso arquivo online

Comité Olímpico apoia vacinação, mas sem reivindicar prioridade para atletas

Lusa
Lusa
Assim que a vacinação estiver disponível para a população considerada não prioritária, o comité organizador tenciona apelar aos comités olímpicos e paralímpicos para que os atletas sejam vacinados nos seus países de origem.

O Comité Olímpico Internacional (COI) garantiu hoje querer colaborar no processo de vacinação contra a covid-19 dos participantes nos Jogos Olímpicos Tóquio2020, mas não pretende reivindicar acesso prioritário para os atletas.

Em comunicado, o COI explica que “continua a apoiar firmemente a prioridade da vacinação de grupos vulneráveis e de pessoas que garantem a manutenção dos cuidados de saúde e segurança”.

Com esta posição, o COI afasta a possibilidade de fazer depender a realização do evento, previsto para decorrer entre 23 de julho e 08 de agosto, da vacinação de todos os atletas, um processo difícil do ponto de vista prático e ético.


Governo Japonês diz que vacinação não é requisito para realizar Tóquio2020
Na segunda-feira, o primeiro-ministro japonês, Yoshihide Suga, garantiu que o Japão continua comprometido em realizar os Jogos Olímpicos, apesar do número crescente de casos de covid-19 no mundo.

Antes do surgimento de novas variantes do novo coronavírus, que tem levado a um agravamento da pandemia de covid-19, o COI considerou que as vacinas “são uma das muitas ferramentas” de combate à covid-19, mas não a arma decisiva.

O comité organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Tóquio2020 tem garantido que aposta em “procedimentos específicos, como quarentena, fornecimento de testes e de equipamento de proteção” para proteger os participantes nos dois eventos.

O acesso às vacinas tem muitas desigualdades de país para país e está dependente das disponibilidades de doses e das prioridades dos governos nacionais.

No Japão, onde a opinião pública é cada vez mais contra a realização dos Jogos Olímpicos nas datas previstas, a campanha de vacinação não deverá começar antes do final de fevereiro.

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