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Chefe de missão lusa quer igualar Londres e defende profissionalização
Desporto 2 min. 02.09.2016 Do nosso arquivo online
Paralímpicos2016

Chefe de missão lusa quer igualar Londres e defende profissionalização

O ministro da Educação Tiago Brandão Rodrigues (ao centro) acompanhado pela secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes,  na cerimónia oficial de apresentação de cumprimentos à  Missão aos Jogos Paralímpicos Rio2016
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Chefe de missão lusa quer igualar Londres e defende profissionalização

O ministro da Educação Tiago Brandão Rodrigues (ao centro) acompanhado pela secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes, na cerimónia oficial de apresentação de cumprimentos à Missão aos Jogos Paralímpicos Rio2016
Foto: LUSA
Desporto 2 min. 02.09.2016 Do nosso arquivo online
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Chefe de missão lusa quer igualar Londres e defende profissionalização

O chefe da missão portuguesa aos Jogos Paralímpicos Rio2016, Rui Oliveira, defende que a profissionalização dos atletas é o caminho para a obtenção de resultados de excelência numa competição cada vez mais forte e exigente.

O chefe da missão portuguesa aos Jogos Paralímpicos Rio2016, Rui Oliveira, defende que a profissionalização dos atletas é o caminho para a obtenção de resultados de excelência numa competição cada vez mais forte e exigente.

“Para falar em resultados, temos de ter em conta o aumento do número de atletas, o aumento do número de países participantes e a fortíssima aposta que é feita por muitos comités nacionais, nos quais os atletas não têm, como os nossos, impedimentos que surgem por via da sua situação profissional”, disse Rui Oliveira à agência Lusa.

O chefe da missão lusa aos Jogos Rio2016, que decorrem entre 07 e 18 de setembro, defende, como a maioria dos responsáveis do movimento paralímpico português, que a profissionalização “é o caminho para os atletas portugueses poderem participar em igualdade de circunstâncias”.

No Brasil, onde Portugal terá 37 atletas a competir em sete modalidades, Rui Oliveira quer, no mínimo, igualar as três medalhas conseguidas há quatro anos em Londres.

Em 2012, no boccia, Armando Costa, José Macedo e Luís Silva conseguiram a medalha de prata na competição de pares BC3; José Macedo alcançou o bronze na prova individual da mesma categoria, e Lenine Cunha foi medalha de bronze na prova de salto em comprimento F20 (deficiência intelectual).

“Os melhores objetivos em termos de classificação seriam ficarmos com resultados como tivemos em Londres, apesar da fortíssima concorrência, que aumenta significativamente por via da profissionalização dos atletas”, afirma.

Rui Oliveira lembra que entre os atletas portugueses “existem vários que estão em ‘rankings’ mundiais até ao sexto lugar e portanto, poderão obter, nos seus melhores momentos, bons objetivos”.

No que se refere a medalhas, o chefe de missão “aposta” no boccia e no atletismo – as modalidades que mais medalhas deram a Portugal, num pecúlio que ascende a 88 -, mas admite que possam existir surpresas na natação e no ciclismo.

O chefe de missão considera que o trabalho desenvolvido pelas federações de modalidade “tem sido altamente positivo” e defende que o mesmo “deve ser aprofundado”, pois esse é, também, o caminho para a renovação do desporto paralímpico.

Portugal, que vai somar no Rio de Janeiro a sua nona participação consecutiva em Jogos Paralímpicos, beneficiou do afastamento da Rússia, devido a problemas com doping, para aumentar de 29 para 37 o número de atletas.

 

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