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Caso E-Toupeira: Benfica alega que a acusação não tem fundamento
Desporto 03.10.2018

Caso E-Toupeira: Benfica alega que a acusação não tem fundamento

Caso E-Toupeira: Benfica alega que a acusação não tem fundamento

Foto: Lusa
Desporto 03.10.2018

Caso E-Toupeira: Benfica alega que a acusação não tem fundamento

SAD requereu abertura de instrução do processo e pretende que as acusações do Ministério Público não cheguem a julgamento.

"Total desconhecimento da Benfica SAD dos factos imputados e inexistência de qualquer intervenção ou atuação ou omissão relevantes da Benfica SAD nas matérias tratadas; total ausência de elementos probatórios que liguem" a entidade "às atuações descritas na acusação" e ainda " total omissão de narração de factos concretos na acusação que permitam imputar a prática de qualquer crime à Benfica SAD, havendo ainda contradições na própria acusação": estes são os três argumentos principais segundo os quais a defesa benfiquista solicita que as acusações do Ministério Público no caso E-Toupeira não cheguem a julgamento, de acordo com documento entregue no Tribunal da Comarca de Lisboa a que a agência Lusa teve acesso. Será o juiz a decidir acerca desta solicitação apresentada pela defesa. 

O Benfica requereu a abertura de instrução do processo e refuta, uma vez mais, as acusações que lhe são dirigidas pelo Ministério Público. Ao mesmo tempo arrolou 17 testemunhas, entre as quais estão, por exemplo, Fernando Gomes, presidente da Federação; Pedro Proença, presidente da Liga, Sousa Cintra, ex-líder do Sporting; António Salvador, presidente do Sporting de Braga e Júlio Mendes, presidente do Vitória de Guimarães. 

As acusações à SAD benfiquista situam-se num total de 30 crimes: um de corrupção ativa; um de oferta ou recebimento indevido de vantagem e 28 de falsidade informática. Paulo Gonçalves, o ex-assessor jurídico da SAD que saiu no passado dia 17, está acusado de 79 crimes. 


 

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