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Campeões do mundo recebem prémio de 32 milhões de euros
Os próximos campeões do mundo vão encaixar um prémio correspondente a 31,7 milhões de euros.

Campeões do mundo recebem prémio de 32 milhões de euros

Foto: AFP
Os próximos campeões do mundo vão encaixar um prémio correspondente a 31,7 milhões de euros.
Desporto 14.06.2018

Campeões do mundo recebem prémio de 32 milhões de euros

Paulo Jorge PEREIRA
Paulo Jorge PEREIRA
FIFA aumentou os valores em distribuição pelas seleções com um acréscimo de 12% face à edição anterior.

Os próximos campeões do mundo vão encaixar um prémio correspondente a 31,7 milhões de euros, de acordo com os dados divulgados pela FIFA.

Em comparação com os valores praticados na edição de há quatro anos, no Brasil, a organização que tutela o futebol mundial promoveu um aumento de 12% nos prémios a distribuir pelas seleções participantes na competição agendada para a Rússia. No fundo, trata-se de manter a tendência de subida já registada nas quatro edições anteriores da principal competição para seleções.

Quanto aos vice-campeões, a verba prevista para distinguir o seu desempenho situa-se nos 23,4 milhões de euros.

No total haverá 334,2 milhões de euros para as 32 equipas que competem no Mundial. As seleções que forem afastadas após a fase de grupos recebem 6,8 milhões de euros e, a partir daqui, é sempre a subir: a presença nos oitavos-de-final vale 10,2 milhões, a participação nos quartos-de-final equivale a 13,7 milhões. Os quatro semifinalistas terão depois direito a prémios de acordo com o desempenho.

Assim, o quarto classificado ficará com 18,8 milhões, enquanto ao terceiro cabem 20,5 milhões de euros.

Fonte inesgotável de rendimentos

O Mundial continua a ser a principal fonte de receitas da FIFA – de acordo com os relatórios da entidade, estão em causa 85% das suas receitas. No último Mundial, por exemplo, a FIFA recebeu 4,1 mil milhões de euros, incluindo cerca de metade pelos direitos das transmissões televisivas. Patrocínios e publicidade renderam 1,2 mil milhões, enquanto a venda de bilhetes garantiu 471,5 milhões de euros.

Quanto às despesas, não ultrapassaram os 2,3 mil milhões de euros. Neste caso estão agrupadas questões como 494 milhões para distribuir pelos clubes e garantir seguros para todos os jogadores; 403 milhões em apoios à própria organização do evento no Brasil; 317,2 milhões de euros em produção televisiva.

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