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Austrália. Tenista Djokovic é deportado por ser anti-vacina
Desporto 3 2 min. 16.01.2022
Polémica

Austrália. Tenista Djokovic é deportado por ser anti-vacina

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Austrália. Tenista Djokovic é deportado por ser anti-vacina

Nic Bothma/PA Wire/dpa
Desporto 3 2 min. 16.01.2022
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Austrália. Tenista Djokovic é deportado por ser anti-vacina

Redação
Redação
Após uma semana de novela polémica, o nº 1 do ténis vai ter de abandonar a Austrália o mais breve possível por não estar vacinado contra a covid-19 e falha o Open.

É o adeus ao Open da Austrália e ao país. Após uma semana de polémica o  tenista nº 1 mundial Novak Djokovic tem de abandonar a Austrália, assim decidiu o Tribunal Federal.  

Djokovic diz estar "extremamente desapontado", numa declaração no domingo salientando que respeitava o veredicto e que se preparava para deixar o país sem jogar no Australian Open, que começa na segunda-feira. 

 "Estou extremamente desapontado com a decisão do tribunal de rejeitar o meu recurso da decisão do ministro de cancelar o meu visto", escreveu o jogador. "Respeito a decisão do tribunal e cooperarei com as autoridades competentes relativamente à minha saída do país", declarou.

Desde há uma semana que o sérvio está envolvido numa enorme polémica por ter mentido às autoridades sobre o seu estado vacinal contra a covid-19. Não está vacinado pelo que as autoridades australianas decidiram cancelar o seu visto e detê-lo, por duas vezes. 


Novak Djokovic sonhava ganhar pela 10ª vez o Open da Austrália, mas pode nem jogar.
Novela Djokovic. Tenista detido de novo na Austrália
O número 1 do ténis mundial foi detido este sábado de manhã, depois do governo australiano ter novamente cancelado o seu visto de entrada no país. Pode ser deportado.

Da primeira vez, o tenista foi bem sucedido na sua argumentação. Contudo, o governo australiano considerou-o uma "ameaça à saúde comunitária" e interpôs novo recurso. Djokovic tem agora de abandonar o país, na véspera do Open e durante três anos não poderá voltar a entrar na Austrália.

  “Djokovic tem um histórico recente a ignorar as medidas de segurança contra a Covid-19. Incluindo quando sabia que estava infetado e tinha recebido um teste positivo, deu uma entrevista e fez uma sessão fotográfica tirando mesmo a máscara”, declarou o advogado Stefen Lloyd na sessão do tribunal, citado pelo The Age.  O mesmo jornal refere que uma sondagem realizada junto da população revelou que 76% dos inquiridos era a favor da deportação do desportista.


Djokovic afirma ter sido testado para a covid-19 a 16 de dezembro, cujo resultado descobriu um dia mais tarde.
Djokovic admite "erro humano" na declaração de entrada na Austrália
Djokovic afirma ter sido testado para a covid-19 a 16 de dezembro, cujo resultado descobriu um dia mais tarde, já depois de ter participado num evento desportivo em que entregou prémios a crianças.

No exterior do tribunal vários fãs de Djokovic manifestavam-se pela permanência do tenista no país e na importante competição.

"Erro humano"

Na quarta-feira, o Novak Djokovic admitiu esta quarta-feira ter cometido "erro humano" no preenchimento dos documentos para entrar na Austrália e por ter dado uma entrevista a um 'media' desportivo quando já estava positivo para a covid-19.

"Senti-me obrigado a ir à entrevista com L'Equipe porque não queria desapontar o jornalista, mas mantive a minha distância social e a minha máscara facial, exceto durante a sessão fotográfica. Quando regressei a casa, para me isolar durante o período exigido, após reflexão, entendo que foi um erro de julgamento e aceito que deveria ter adiado o compromisso", disse o atleta num comunicado publicado na sua conta na rede social Instagram.


Com AFP

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