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Teatro em Évry, em França, acolhe festival dedicado a Portugal a partir de terça-feira
Cultura 2 min. 11.01.2014

Teatro em Évry, em França, acolhe festival dedicado a Portugal a partir de terça-feira

Évry, em França

Teatro em Évry, em França, acolhe festival dedicado a Portugal a partir de terça-feira

Évry, em França
Foto: wikipedia
Cultura 2 min. 11.01.2014

Teatro em Évry, em França, acolhe festival dedicado a Portugal a partir de terça-feira

O Teatro Agora, em Évry, França, acolhe a partir de terça-feira, um festival dedicado a Portugal que inclui música, teatro, cinema, dança exposições e a criação ao vivo de uma obra de arte urbana.

O festival “Fenêtre sur le Portugal”, cuja programação está disponibilizada na página da internet do Théâtre de l’Agora, localizado em Évry, uma povoação situada a cerca de 30 quilómetros de Paris, inclui o tradicional Fado e uma exposição de painéis de azulejos, mas também a criação ao vivo de uma obra de arte urbana.

O primeiro dia do certame, terça-feira, inclui, às 14:30 e às 20:00, apresentações da peça “Dura Dita Dura”, pela companhia Teatro de Ferro. De acordo com a organização, a autora do texto da pela, Regina Guimarães, estará presente nas apresentações e irá conversar com o público no final.

Também no primeiro dia, é inaugurada uma exposição de fotografias, "Pour une vie meilleure" [Por uma vida melhor], de Gérald Bloncourt, sobre a emigração portuguesa para França nas décadas de 1950-70, e uma outra de painéis de Azulejos Portugueses, pertencentes ao Museu do Azulejo.

É também na terça-feira que começa a ser criada ao vivo ‘In Situ’, uma obra do artista urbano e ilustrador Diogo Machado (addfuel), conhecido pelos trabalhos que faz de reinterpretação de azulejos tradicionais. A obra, que será elaborada ao longo do festival, é inaugurada no último dia do certame, 18 de janeiro.

Para o segundo dia está marcada a primeira apresentação de “Histórias Suspensas”, pela associação cultural Radar 360º, uma performance dirigida a escolas e famílias. A apresentação de “Histórias Suspensas” repete no dia 17.

A mesma associação cultural é também responsável pelo espetáculo “O Baile dos Candeeiros”, que será apresentado no último dia do festival.

Também na quarta-feira, é inaugurada a instalação/performance “Les Ombres d’Agora” [As sombras de Agora], pela companhia Teatro de Ferro, na fachada do teatro onde decorre o festival. A performance realiza-se em todos os dias do certame pelas 18:00.

No mesmo dia, é projetado o filme “Operação de Outono”, de Bruno de Almeida, uma escolha do fadista Camané. A exibição irá contar com a presença do realizador e do fadista, que atua no festival no dia seguinte, num espetáculo cuja primeira parte será assegurada pela cantora Gisela João.

A música está presente no festival também no último dia, 18, com um concerto da banda lisboeta Oquestrada.

A dança surge no dia 17 com a apresentação do espetáculo "JIM", dirigido pelo coreógrafo Paulo Ribeiro.