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O expressionismo luxemburguês de Joseph Kutter contado em português
Cultura 18.02.2017 Do nosso arquivo online
Este domingo no Museu Nacional de História e de Arte

O expressionismo luxemburguês de Joseph Kutter contado em português

Joseph Kutter: Pont à Enkhuizen, 1938-39
Este domingo no Museu Nacional de História e de Arte

O expressionismo luxemburguês de Joseph Kutter contado em português

Joseph Kutter: Pont à Enkhuizen, 1938-39
Foto: Editions Saint-Paul
Cultura 18.02.2017 Do nosso arquivo online
Este domingo no Museu Nacional de História e de Arte

O expressionismo luxemburguês de Joseph Kutter contado em português

As tradicionais visitas regulares do Museu Nacional de História e de Arte (MNHA), em francês, luxemburguês e alemão, voltaram, no dia 22 de janeiro, a ser feitas na língua de Camões. Amanhã, o museu propõe que siga um historiador da arte lusófono à descoberta do pintor luxemburguês Joseph Kutter.

As tradicionais visitas regulares do Museu Nacional de História e de Arte (MNHA), em francês, luxemburguês e alemão, voltaram, no dia 22 de janeiro, a ser feitas na língua de Camões. Amanhã, o museu propõe que siga um historiador da arte lusófono à descoberta do pintor luxemburguês Joseph Kutter.

No septuagésimo quinto aniversário da morte de Joseph Kutter (1894-1941), o MNHA homenageia o mais ilustre artista luxemburguês do século XX.

Nascido em 1894 no Luxemburgo, Kutter estuda em Munique, sendo influenciado pelo expressionismo alemão e, mais tarde,  pelas escolas belga e francesa. Regressado a casa em 1924, o pintor é um dos fundadores da "Secessão Luxemburguesa", em 1927.

Através dos retratos, das paisagens e das naturezas mortas atualmente expostos (até dia 12 de março), é possível seguir a evolução pictórica de um dos maiores expressionistas do período entre-guerras.

As paisagens testemunham das viagens do pintor na Alemanha, em Itália, em França, na Córsega e na Holanda. A exposição temporária do MNHA mostra novamente os dois painéis monumentais, representações da cidade do Luxemburgo e de Clervaux, encomendados e realizados para o pavilhão luxemburguês da Exposição Universal de Paris de 1937.

A série "Clowns" testemunha do "mal de vivre" do  pintor, a quem é diagnosticada uma doença incurável.

Algumas obras da exposição ilustram o talento de Kutter enquanto desenhador. A figura humana ocupa um lugar central no seu trabalho. Através da representação de mulheres, de crianças, de velhos, de palhaços e também de autorretratos, Kutter focaliza-se no género humano e em si próprio.

Joseph Kutter integra e interpreta diversas influencias artísticas do seu tempo (Cézanne, Vlaminck, Permeke...).

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