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Nelson Freitas: "O público sente que me dou a 200 por cento nos concertos!"
Cultura 11 2 min. 19.04.2015 Do nosso arquivo online
Sexta-feira no Byblos

Nelson Freitas: "O público sente que me dou a 200 por cento nos concertos!"

Cultura 11 2 min. 19.04.2015 Do nosso arquivo online
Sexta-feira no Byblos

Nelson Freitas: "O público sente que me dou a 200 por cento nos concertos!"

O cantor holandês de origem cabo-verdiana Nelson Freitas esteve mais uma vez no Luxemburgo, desta feita para actuar na discoteca Byblos, na capital luxemburguesa.

O cantor holandês de origem cabo-verdiana Nelson Freitas esteve mais uma vez no Luxemburgo, desta feita para actuar na discoteca Byblos, na capital luxemburguesa.

Antes do showcase de sexta-feira à noite, o CONTACTO teve a ocasião de conversar com o cantore.

Nelson começou por recordar mais de 20 anos de carreira, dizendo que desde jovem que sentiu que a vida artística era o que queria fazer.

"Tudo começou mais como uma brincadeira. Comecei como vocalista do grupo Quatro, que mudou depois de nome para Quatro Plus, uma banda que alcançou muito sucesso".

"Em 2006 decidi fazer o meu primeiro álbum a solo e como o público apreciou, continuei”, conta.

Desde então, Nelson já vai no seu terceiro álbum, “Elevate”, lançado em 2013. Foram as canções deste álbum, misturado com os seus maiores sucessos, que o artista trouxe até ao Luxemburgo.

Nelson diz que gosta de actuar no Gro-Ducado, onde o seu trabalho é "apreciado pelas comunidades lusófonas", mas os seus maiores sucessos festeja-os em Angola, Moçambique, Cabo Verde e Portugal.

“Em 2014, tive em média dois a três concertos por semana e foi assim todas as semanas do ano. Se aqui venho actuar para salas de 400 a 500 pessoas, noutros países já cantei frente a milhares de pessoas”, confia o artista, recordando os seus concertos na Queimas das Fitas em Coimbra em 2014, ou na de Famalicão este ano, na MEO Arena em Lisboa e no Coliseu dos Recreios.

“Aprecio muito o público angolano, moçambicano, cabo-verdiano e português. Eles adoram o género de música que eu faço e mostram isso nos meus concertos. Mas seja onde for, eu dou-me sempre a 200 por cento nas minhas actuações e isso todo o público presente sente-o”, garante Nelson Freitas.

Nelson diz que adora colaborar com outros cantores nas suas produções e gravações, por isso conta tanto duetos nos seus álbuns.

“Tenho por exemplo três temas com Anselmo Ralph. Somos amigos, regularmente trabalhamos juntos e gostamos deste trabalho em comum. Até nos acontece actuar ao mesmo tempo em diferentes palcos”, confiou.

Actualmente o cantor diz notar que os seus maiores sucessos baseiam-se nos ritmos do kizomba. No entanto, Nelson lembra que também tem outros ritmos para oferecer.

“Todas as minhas músicas são de origem pop, popular. Mesmo se as combino com ritmos de kizomba, é preciso não esquecer que este tipo de música tem as suas raízes no zouk, uma música popular nas Antilhas, que se propagou pelo Mundo”, explica.

Nelson é lúcido, diz não saber quanto tempo o sucesso e a carreira da música vai durar, mas agradece ao público as alegrias que lhe tem dado.

“Enquanto isto durar, vou continuar, porque gosto do que faço e faço o que gosto. Acho que em todas as minhas músicas isso se sente e espero que o público continue a apreciar”, confiou ao CONTACTO.

Foi muito o público lusófono, africano e não africano, que encheu a discoteca Byblos na sexta-feira, na cidade do Luxemburgo, no que foi mais um concerto onde Nelson "Magic" Freitas soube conquistar o público.

Depèois do concerto seguiu-se uma sessão de autógrafos e o público dançou até às 6h da "matina".

Carlos de Jesus


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