Escolha as suas informações

Fábio Godinho leva o Luxemburgo ao Festival OFF de Avignon 2021
Cultura 25.11.2020

Fábio Godinho leva o Luxemburgo ao Festival OFF de Avignon 2021

Fabio Godinho, à direita, ao lado do irmão, Marco Godinho, artista plástico.

Fábio Godinho leva o Luxemburgo ao Festival OFF de Avignon 2021

Fabio Godinho, à direita, ao lado do irmão, Marco Godinho, artista plástico.
Foto: Paulo Lobo
Cultura 25.11.2020

Fábio Godinho leva o Luxemburgo ao Festival OFF de Avignon 2021

Diana ALVES
Diana ALVES
Esta não será a primeira vez que o Grão-Ducado é incluído no prestigioso certame, mas, desta feita, a participação é diferente.

O lusodescendente Fábio Godinho vai representar o Luxemburgo na próxima edição do Festival OFF de Avignon, com a peça "Sales Gosses". O espetáculo, produzido pelo Teatro do Centauro, foi inicialmente selecionado para a edição de 2020, mas, devido à pandemia, foi adiado para 2021, altura em que subirá ao palco da chamada La Caserne, a sala exclusivamente reservada a companhias da região do Grande Este.

Esta não será a primeira vez que o Grão-Ducado é incluído no prestigioso certame, mas, desta feita, a participação é diferente. A região do Grande Este e o Ministério da Cultura do Luxemburgo acabam de assinar uma convenção de cooperação cultural. E a peça de Godinho será a primeira a subir ao palco da Caserne no âmbito desta nova parceria.

De acordo com a convenção, os programas da Caserne para 2021 e 2022 – e talvez não só – terão de incluir espetáculos luxemburgueses. Em troca, o Grão-Ducado apoia o certame com um envelope financeiro de 30.000 euros por ano. De acordo com o Ministério da Cultura, esta parceria é particularmente importante nos tempos que correm, marcados por uma crise sanitária que veio abalar as artes do espetáculo. 


Concerto do 15º. aniversário da Philharmonie
Philharmonie cancela concertos até 15 de dezembro
Decisão é tomada na consequência das medidas de confinamento anunciadas pelo governo, na segunda-feira.

O ministério considera que se trata de uma "parceria simbólica" que mostra "que a cultura não fecha as cortinas às fronteiras". Para a ministra da Cultura, Sam Tanson, esta é uma forma de apoiar os artistas, sobretudo aqueles que trabalham à escala internacional e que se encontram agora numa situação de incerteza.  

Siga-nos no Facebook, Twitter e receba as nossas newsletters diárias.