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Stéphanie visita Instituto Camões
Cultura 8 13.12.2017 Do nosso arquivo online
Exposição “Para Sempre”

Stéphanie visita Instituto Camões

Stéphanie visitou o Centro Cultural Português acompanhada pelo autor da exposição, Miguel Branco.
Exposição “Para Sempre”

Stéphanie visita Instituto Camões

Stéphanie visitou o Centro Cultural Português acompanhada pelo autor da exposição, Miguel Branco.
Foto: Vasco Santos
Cultura 8 13.12.2017 Do nosso arquivo online
Exposição “Para Sempre”

Stéphanie visita Instituto Camões

Stéphanie de Lannoy, a grã-duquesa herdeira do Luxemburgo, visitou esta segunda-feira a exposição “Para Sempre”, no Instituto Camões, na presença do artista plástico Miguel Branco.

Stéphanie de Lannoy, a grã-duquesa herdeira do Luxemburgo, visitou esta segunda-feira a exposição “Para Sempre”, no Instituto Camões, na presença do artista plástico Miguel Branco.

A convite da Embaixada de Portugal no Luxemburgo, a princesa viu as peças e teve um breve encontro com a comunidade portuguesa ali presente.

Esta visita de Stéphanie ao Instituto Camões encerra com chave de ouro um ano em que a marca da cultura portuguesa no Luxemburgo foi constante e diversificada. O secretário de Estado da Cultura, Guy Arendt, também esteve na visita, e disse ao Contacto que “a cena cultural portuguesa está mais forte e diferente”.

Depois da grande exposição “Portugal: Drawing the World” no Museu Nacional da História e da Arte, a Philharmonie recebeu a segunda edição do festival Atlântico, enquanto o festival de dança Aerowaves, na Abadia de Nëimenster, teve como cabeça de cartaz uma coreografia criada por dois bailarinos portugueses. A maioria das casas de espetáculos luxemburguesas dedicaram este ano mais tempo da sua programação ao “made in Portugal”.

Para Miguel Branco, “foi uma enorme honra receber e visitar a exposição com a princesa”, disse o artista ao Contacto. Miguel Branco, que tinha estado no Luxemburgo na inaguração da exposição, a 7 de novembro, regressou de propósito ao Grão-Ducado por causa desta visita à mostra de um membro da família grã-ducal.

Com obras nas coleções da Fundação Calouste Gulbenkian e na Fundação EDP, em Lisboa, na Fundação de Serralves, no Porto, e no Mudam, no Luxemburgo, Miguel Branco é um dos artistas mais cotados da arte contemporânea portuguesa.

Com escala reduzida, as imagens de Miguel Branco retratam animais, crateras, câmaras de vigilância e drones, inspirando um sentimento inquietante, à imagem das ameaças atuais ao ambiente e à paz.

“Para Sempre” conta ainda com uma escultura de Miguel Branco que faz parte da coleção permanente do Mudam, emprestada por aquele museu do Luxemburgo para esta exposição. A mostra pode ser visitada até 22 de janeiro de 2018.

Vanessa Castanheira

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