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Exposições: Visitas guiadas em português para o mês de Setembro
O mobiliário do salão do casal Pauly-Groff, de Esch-sur-Alzette, pode ser visto gratuitamente esta terça e quinta-feira no MNHA

Exposições: Visitas guiadas em português para o mês de Setembro

Foto: MNHA
O mobiliário do salão do casal Pauly-Groff, de Esch-sur-Alzette, pode ser visto gratuitamente esta terça e quinta-feira no MNHA
Cultura 2 min. 05.09.2016

Exposições: Visitas guiadas em português para o mês de Setembro

Mobiliário do salão do casal Pauly-Groff, de Esch-sur-Alzette, exposição sobre a Guerra Fria no Luxemburgo, conversa sobre a compra de um quadro pelo MNHA e a história da ponte Adolphe são os destaques do mês para as visitas em língua portuguesa.

O mobiliário internacional moderno é o tema do mês das visitas gratuitas em língua portuguesa do Museu Nacional de História de Arte (MNHA). Integrado na série “Renc’Art – Obra do Mês”, o MNHA propõe uma visita guiada na língua de Camões, esta quinta-feira pelas 19h, ao salão do casal Pauly-Groff de Esch-sur-Alzette.

Em 1966 este casal encomendou um conjunto de sofás aos designers italianos Scarpa, à volta do qual redecoraram a sua sala de estar, bem como a sua colecção de pintura (Escola de Paris) e de objectos. A totalidade do salão encontra-se exposta na secção de artes decorativas do MNHA, junto com uma parte das pinturas do casal.

A Guerra Fria no Luxemburgo

A Guerra Fria também passou pelo Luxemburgo
A Guerra Fria também passou pelo Luxemburgo
Foto: MNHA

Patente desde Abril e com fecho programado para 27 de Novembro, os interessados podem seguir na língua de Camões esta exposição consagrada a um dos períodos mais recentes da história.

Situada entre 1947 e 1991, o contexto internacional da Guerra Fria também marcou o Luxemburgo. O Grão-Ducado, firmemente alinhado com o Ocidente, tomou parte importante numa das alianças internacionais que marcam este período de tensão entre dois blocos antagónicos: o bloco do Ocidente, liderado pelos Estados Unidos, e o bloco comunista, a Leste, que seguiu a política da União Soviética.

A exposição inclui uma infinidade de objectos e documentos da época, dignos dos filmes de James Bond.

A entrada custa sete euros para adultos e 10 euros por família. Os estudantes e menores de 26 anos têm entrada gratuita.

Quadro de Kokkoek

O MNHA quer comprar este quadro com paisagem portuguesa, de B.C. Koekkoek, através do recurso ao crowdfunding
O MNHA quer comprar este quadro com paisagem portuguesa, de B.C. Koekkoek, através do recurso ao crowdfunding
Foto: MNHA

Ainda no MNHA, mas no dia 18 de Setembro, às 16h, vai ter lugar uma conversa de 15 minutos em português sobre o quadro “Vue sur le château de Larochette”, de B.C. Koekkoek, que o museu quer comprar através de crowdfunding. A entrada é gratuita.

História da ponte Adolph no Museu Dräi Eechelen

Também em Setembro, mas no dia 25, o museu Dräi Eechlen (nas traseiras do MUDAM, em Kirchberg), organiza também pelas 16h uma visita em português à exposição sobre a ponte que transformou a cidade do Luxemburgo: a ponte Adolph.

A ponte Adolphe é um dos emblemas do Grão-ducado
A ponte Adolphe é um dos emblemas do Grão-ducado
Foto: MNHA

Durante a visita, o público lusófono vai poder ver ainda um filme de reconstituição histórica da ponte, que conta com a participação do actor português Fábio Godinho.

A película de 18 minutos vai ser projectada em contínuo sobre uma tela de 12 metros.

A entrada custa 
cinco euros para adultos e oito euros por família. A entrada é livre para estudantes e menores de 26 anos.

Quanto às visitas gratuitas guiadas em português da série “Renc’Art – Obra do Mês”, do MNHA, regressam na última semana de Setembro: nos dias 27 e 29.

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