De 10 a 19 novembro

Filme “A mãe é que sabe” abre quinzena do cinema português

O filme “A mãe é que sabe” inaugura esta sexta-feira, dia 10 de novembro, mais uma Quinzena de Cinema Português no Luxemburgo. A película, de Nuno Rocha, é projetada às 18h30 no cinema Utopia, em Limperstberg, na cidade do Luxemburgo.

No total, a edição deste ano apresenta 19 filmes, incluindo curtas-metragens e filmes de animação.

A organização da quinzena do cinema português é do Centro Cultural Português – Instituto Camões e conta com a parceria da Embaixada de Portugal, cinemas Utopia e Kinnepolis e o Museu de Arte Moderna Grão-Duque Jean (Mudam).

Programa completo da Quinzena do Cinema Português:

  •  Sessão de abertura - 10 de novembro,  18h30 -  “A mãe é que sabe”, de Nuno Rocha (2016) – Comédia – Cinema Utopia, sala 1 - Entrada livre

Sinopse: Uma família reúne-se em casa para festejar um aniversário, à volta de um prato de bacalhau. Mas a mãe (interpretada por Maria João Abreu) começa a ter visões de como a sua vida poderia ter diferente, incluindo viagens no tempo.

  • 11 de novembro, 17h - Curtas-metragens de animação – Com a presença de Luís da Matta Almeida, produtor e realizador (Sparkle Animation). Centro Cultural Português. Filmes exibidos: “A suspeita” (25'); “A dama da Lapa” (5'); “O homem da cabeça de papelão” (11'); “O Cágado” (11'); “O Gigante” (11'); “Odd é um ovo” (11'). Entrada livre.
  • 12 de novembro, 17h - “Volta à terra”, de João Pedro Plácido – Documentário - Centro Cultural Português - Entrada livre. “Volta à Terra" conta a história de uma comunidade em extinção: camponeses que praticam agricultura de subsistência na aldeia de Uz, nas montanhas no norte de Portugal, esvaziada pela emigração. O filme acompanha os 49 habitantes de Uz, incluindo António, antigo emigrante que conseguiu regressar ao país e prepara a festa da aldeia para o verão, e Daniel, jovem pastor que sonha com o amor ao anoitecer.
  • 12 de novembro, 19h – "Al Berto, uma vida errante”, de Pedro Caldas – Documentário – Centro Cultural Português. Entrada livre.
  • 13 de novembro, 19h - “A morte de Carlos Gardel”, de Solveig Nordlund – Cinema Utopia, sala 3 – Entrada livre. Sinopse: Inspirado no romance homónimo de António Lobo Antunes, “A Morte de Carlos Gardel” é a história de Nuno, um jovem toxicodependente a morrer num hospital. O pai, Álvaro, apaixonado por tango, recusa-se a aceitar a sua morte, deixando-se levar numa espiral de delírio que inclui o seu cantor de tango argentino favorito, Carlos Gardel.
  • 14 de novembro, 19h - “Florbela”, de Vicente Alves do Ó – Biografia - Cinema Utopia, sala 3. Entrada livre. Um sucesso de bilheteira, baseado na vida de Florbela Espanca.
  • 15 de novembro, 19h – “Canção de Lisboa”, de Pedro Varela – Comédia – Cinema Kinepolis Kirckberg, sala 3. Entrada paga. Remake do clássico homónimo de 1933. Vasco é um estudante de medicina que vive em Lisboa à conta da mesada das tias, que o julgam já Doutor. Um dia recebe a visita das tias.
  • 16 de novembro, 19h - “Ornamento e crime”, de Rodrigo Areias – Drama – Cinema Utopia, sala 3. Entrada: 5 euros. O detetive Espada e a amante envolvem-se em esquemas de extorsão com a “máfia” da construção civil. Uma história policial em ambiente "noir".
  • 17 de novembro, 19h – Noite de Cannes (três curtas-metragens selecionadas para o Festival de Cannes de 2017) – Cinema Utopia, sala 3 - Entrada: 5 euros. (“Coelho Mau”, de Carlos Conceição; “Água Mole”, de Alexandra Ramires e Laura Gonçalves; “Farpões baldios”, de Marta Mateus).
  • 18 de novembro, 17h - “Amadeo de Souza-Cardoso, le dernier secret de l'art moderne”, de Christophe Fonseca e Fréderic Wilner. Documentário. Com a presença do realizador Christophe Fonseca. Centro Cultural Português. Entrada livre. Seguido de “Tour d'horizon”, de Nuno Cera (vídeo da instalação da exposição de Amadeo no Grand Palais, em Paris).
  • 19 de novembro, 14h - “Paula Rego, secrets & stories”, de Nick Willing (92') – Documentário - Com a presença do realizador. Mudam. Entrada livre. Conhecida por preservar a sua privacidade, Paula Rego revela-se pela primeira vez neste documentário, surpreendendo o filho, o cineasta Nick Willing, com histórias e segredos da sua vida excecional. Uma vida de luta contra o fascismo e a depressão, num mundo da arte ainda misógino.

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