A escalada dos preços da eletricidade e o receio de que não haja provisões suficientes para o inverno continua a alimentar discussões nas instituições europeias.
Instabilidade dos mercados e especulação dos produtores está a fazer disparar o preço da eletricidade e eventuais cortes de abastecimento. A UE teme meses frios e de crise económica. A próxima cimeira europeia irá discutir o tema.
O aumento do preço da eletricidade e combustíveis vai continuar durante o inverno. Comissão Europeia vai propor medidas aos países para absorverem a crise- e eventual escassez de gás natural - e Parlamento Europeu abre debate na próxima semana.
Recorrendo a técnicas digitais, a organização de direitos humanos provou que 32 afegãos foram empurrados pela Polónia para a Bielorrússia, em condições “horrendas”.
O ditador bielorrusso, Alexander Lukashenko, entrou este verão no negócio lucrativo do tráfico de desesperados, para ganhar dinheiro e chantagear a UE, defende a Comissão Europeia. E pelo menos cinco pessoas já morreram nas fronteiras. Um ano após a proposta de um Pacto de Migrações e Asilo, as negociações no Conselho têm andado a passo de caracol, defende a Comissão, que insiste que é mais urgente que nunca que os 27 o aprovem. Pelas razões antigas e para lutar contra o novo fenómeno de Estados criminosos.
A agência de saúde diz que o “novo tabaco” mata 7 milhões de pessoas por ano. Na UE são 400 mil pessoas e a Comissão Europeia abriu uma consulta pública sobre a revisão das normas de níveis aceitáveis de partículas poluentes.
Um relatório da Comissão Europeia sobre as ameaças futuras dá pistas de como o bloco pode sobreviver num mundo de escassez e de nova ordem internacional.
O uso de máscara dentro das escolas é relaxado na Valónia e na Flandres, mas na região de Bruxelas deverá manter-se como no ano anterior devido ao facto de a taxa de infeções e de hospitalizações ser mais elevada na capital belga.
Nesta edição, que aconteceu esta quarta, o "State of the Union" teve um brilho que o de 2020 não teve. Os desafios que vão marcar a agenda política da UE no próximo ano.
A covid-19 já não é a estrela da agenda. O papel da Europa no mundo, a crise afegã, as alterações climáticas e a luta pela democracia são os temas fortes da rentrée. A ementa para os próximos meses será servida no dia 15.
No Expresso os jornalistas fumavam em cadeia, de queixo caído, numa salinha onde a televisão repetia as aeronaves da American Airlines a atravessar as torres do World Trade Center, deixando um rasto de fumo e pânico no azul do céu.
40 anos depois, estão mais futuristas que nunca, com espetáculos feitos com avatares e maravilhas tecnológicas. O álbum Voyage sai a 5 de novembro, no Youtube já estão em destaque.
A Volvo vai pôr na estrada em 2022 os primeiros carros feitos com aço da Hybrit, abrindo caminho para uma revolução na indústria pesada e no transporte.
Dias após a publicação de um relatório de cientistas da ONU em que se confirma que o mundo está a aquecer muito depressa, o Contacto falou com Isabel Lindim, autora de Portugal, ano 2071. O livro editado em fevereiro é uma pesquisa jornalística sobre como pode um dos países europeus mais vulneráveis preparar-se para as alterações climáticas. Atualmente, Isabel Lindim é editora no novo projeto de jornalismo de investigação Setenta e Quatro.
Relatório de cientistas da ONU alerta para o perigo de as temperaturas aumentarem 1.5ºC já em 2050. O documento diz que é inequívoca relação entre atividade humana e alteração do clima e que a humanidade enfrenta perigo iminente.
A Hungria e a Polónia estão a desafiar a União. Os fundos para a recuperação pós-covid para estes países estão em suspenso. E há quem lhes diga ou cumprem as regras ou saem do clube.
São 93 milhões euros para o Grão-Ducado e 16,6 mil milhões euros para Portugal. Comissão elogiou o Luxemburgo, que destina 61% do investimento a metas climáticas. E a forte componente social do plano português.
Se até 16 de agosto o governo não cumprir a ordem do Tribunal de Justiça Europeu de acabar com medidas disciplinares contra juízes, serão impostas penalizações.
A Comissão Europeia apresenta esta semana o "Fit for 55". O pacote legislativo destina-se a reduzir as emissões em 55% até 2030. Vai ser "difícil como o raio", admitiu Timmermans, o "comissário verde" europeu.
Como é que estamos de desinformação online? A pergunta tornou-se mais pertinente durante a pandemia, quando as páginas anti-vacinas e a menorizar o impacto da covid-19 circularam nas redes sociais mais depressa que as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Fim de importações de petróleo, fertilizantes e tabaco. E 166 pessoas com bens congelados e impedidas de entrar na UE. Ministros dos 27 prometem mais medidas se o ditador de Minsk não abrir caminho à democracia.