Tudo começou com uma epidemia que a Organização Mundial de Saúde teve dificuldade em promover a pandemia. A primeira consequência desta crise sanitária foi a suspensão de grande parte da atividade económica.
A humanidade está a ser posta à prova, por uma crise sanitária, cujas verdadeiras proporções ainda não se conhecem. Uma crise que já desencadeou uma recessão económica que pode ser a maior dos nossos dias.
Enquanto a Alemanha já destinou 22 por cento do seu PIB para minimizar os efeitos económicos da crise, Portugal não conseguiu ir (por enquanto) além de uns modestos 4,5.
A incúria de muitos andou à solta, em nome de uma liberdade que deixou de ser um valor fundador das sociedades modernas, para se transformar num oligofrénico preconceito de gente desinformada.
As autoridades portuguesas nada fizeram, com as revelações de Rui Pinto, sobre o Futebol Leaks, desculpando-se com o facto de as provas terem sido obtidas de forma ilegal. Agora, vão colaborar com a justiça angolana no processo de Isabel dos Santos.
Rui Rio ficou a escassas décimas da maioria absoluta e, por isso, haverá uma segunda volta, este sábado, para a escolha do líder do PSD. Do outro lado, estará Luís Montenegro.
Este sábado, com três candidatos na corrida, o PSD vai a votos, para escolher a sua liderança. Mas a votação pode não ser decisiva, obrigando a uma segunda volta.
Parece existir, da parte do Governo, a intenção de regionalizar o país à socapa, paulatinamente, sem perguntar aos portugueses se estão ou não de acordo.
Se o Governo cumprir aquilo a que se obrigou, no início de 2020, os pensionistas e reformados beneficiarão de um aumento que, no entanto, ficará muito aquém do que seria exigível.