"Será possível continuar a argumentar que existe um divórcio entre o que fazem os políticos e o país." A visão do historiador Diogo Ramada Curto sobre os resultados das eleições autárquicas.
Coerência, transparência e humildade, são algumas das virtudes reveladas por Francisco Balsemão nas suas memórias. Qualidades que faltam na política portuguesa considera o historiador Diogo Ramada Curto na crítica que faz à biografia que é hoje apresentada publicamente em Lisboa.
A violência da destruição das torres de Nova Iorque, com tudo o que isso representava de ataque ao Ocidente, repôs a ideia de um choque de civilizações.
OpiniãoMundo
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Diogo RAMADA CURTO
2 min.06.09.2021
A emigração, enquanto indicador de uma insatisfação e modo de camuflar os índices do desemprego, não merece uma única palavra no discurso de António Costa. A opinião semanal de Diogo Ramada Curto.
Continuam a revelar-se inúmeras formas de discriminação racista, que permitiram a formação e o pleno desenvolvimento de uma melhor percepção dos modos de discriminação racial, que se encontram naturalizados no corpo, na linguagem, tal como no plano das subjectividades.
Que interpretação podemos fazer das imagens assustadoras que circulam nas redes sociais sobre os taliban? A crónica de opinião do historiador Diogo Ramada Curto.
OpiniãoMundo
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Diogo RAMADA CURTO
11 min.20.08.2021
“Ontem à noite, apeteceu-me ouvir o fado à guitarra. Em surdina, uma saudade chorava dentro de mim – uma saudade qualquer.” O olhar do poeta António Botto sobre o fado na crónica de Diogo Ramada Curto.
"Com as medalhas, há sempre aquela conversa de que ‘eles são de raça negra, não são portugueses a sério’. Toda eu sou portuguesa, não tenho outra palavra para me descrever", afirmou a medalhada olímpica portuguesa Patrícia Mamona.
Em plena discussão pública sobre o valor do Estado Novo, há um laboratório privilegiado da análise que está por avaliar: a sexualidade. A opinião semanal do historiador Diogo Ramada Curto.
Só o exercício da história analítica, fundada em problemas, nos pode libertar do peso das memórias parciais, construídas com base em antagonismos banalizados, em que nos querem à força encerrar. A crónica do historiador Diogo Ramada Curto.
Esta narrativa coloca um problema principal: o de saber como é que um grupo com origens africanas – que vive na periferia de uma cidade, sofre o estigma da discriminação racial e social e ao qual se pretende dar voz – se relaciona com o centro, sobretudo com as suas instituições culturais.