Kid Colling no confessionário

Kid Colling lançou em 2014 o EP "Tomorrow's far away" e em janeiro úlimo um primeiro álbum. Diz-se influenciado por BB King, Stevie Ray Vaughn, Larry Carlton e Robben Ford.

Stéphane “Kid” Colling é o um músico e canta-autor luxemburguês. Em 2012 fundou a sua própria banda, a Kid Colling Cartel. Com blues de sonoridade rockeira e moderna, o quarteto conseguiu cativar o público com o álbum “In The Devil’s Court” lançado em janeiro. O jovem guitarrista, que estudou na “American School of Modern Music” de Paris, é também compositor, letrista e intérprete. Os sons do Mississipi enfeitiçaram-no e as big bands cativaram-no. Aos 16 anos agarrou na guitarra para nunca mais a largar.

O que estava a fazer antes desta entrevista?

Estava a tocar guitarra.

Quando era pequeno o que é que queria ser quando fosse grande?

Queria ser farmacêutico.

Que outra profissão faria se não fizesse o que faz?

Podia ter sido duplo no cinema.

Se pudesse ter um super-poder, qual seria?

Teletransporte, sem dúvida. Ganhava tempo.

Se fosse mulher seria...  

Sou homem e nunca pensei nisso.

Se fosse uma personagem histórica seria...  

Han Solo, de “Star Wars”. O saga “Star Wars” (Guerra das Estrelas) é histórica, não é? (risos)

O defeito de que não consegue livrar-se?

A curiosidade.

A qualidade de que mais se orgulha?

A perseverança.

Uma proibição que não suporta?

A proibição de dar gratuitamente os alimentos, que depois vão parar ao lixo.

Um livro?

“A história popular dos EUA”  de Howard Zinn.

Um disco?

“Midnight Blue”, de Kenny Burrel.

Um filme?

A trilogia “O Senhor dos Anéis”.

Prato preferido?

Tudo o que seja carne branca.

Clube do coração?

Não tenho, não assisto às transmissões televisivas, acho que nem vejo televisão.

Um lugar (país ou sítio)?

Pirâmides de Gizé (Egito).

Que país nunca vai figurar no seu passaporte?

Síria.

O lugar mais estranho onde já esteve? Porquê?

Saint-Denis (município limítrofe de Paris).

O pior e o melhor do Luxemburgo?

O melhor é o verão, quando há. E o pior é o inverno.

Uma palavra que não gosta de usar?

Raça.

A palavra (ou expressão) que mais usa por dia?

“C’est du lourd!!!” (expressão francesa que significa “isto é material da pesada”).

Um autor (vivo ou morto) para escrever a sua biografia?

Não sou muito dado a biografias nem à cultura literária.

Uma coisa que quer mesmo fazer antes de morrer?

Ter a oportunidade de ver todas as maravilhas do mundo. Gostava de visitar todos os locais históricos e misteriosos da Terra.

O que não pode faltar no seu epitáfio?

“Love the life you live, live the life you love” (Ama a vida que leva, vive a vida que ama).

Depois desta entrevista vai...  

Voltar a tocar guitarra.