Forças Armadas

Marcelo salienta necessidade de se planear com antecedência substituição de F-16

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa (D), acompanhado pelo ministro da Defesa Nacional, José Azeredo Lopes (2-E), durante a sua participação num exercício de resgate da Força Aérea ao largo da costa portuguesa, 15 de março de 2017. ANTÓNIO PEDRO SANTOS/POOL/LUSA
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O Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, salientou hoje a necessidade de se planear com antecedência a substituição das aeronaves F-16, porque se aproxima o final do seu ciclo de vida.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa (C), conversa com o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General Manuel Teixeira Rolo (D), à chegada ao Comando Aéreo em Monsanto, após assistir a uma demonstração de capacidades (Busca e Salvamento), num helicóptero militar, em Lisboa, 15 de março de 2017. ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA
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"É evidente que não é já, é daqui a alguns anos, vai para além do mandato do Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas, mas em matéria de Forças Armadas tem de se planear a médio longo prazo. A concretização, depois, é subsequente, mas é planeamento a médio longo prazo. E esta é uma exigência constante", declarou.

Marcelo Rebelo de Sousa, que falava durante uma visita ao Comando Aéreo, no Parque Florestal do Monsanto, em Lisboa, na presença do ministro da Defesa Nacional, José Azeredo Lopes, considerou que o Governo tem atuado com "empenhamento nesta visão de médio longo prazo, que é fundamental".

"Eu queria aqui dizer que tenho acompanhado, na dupla qualidade de Presidente da República e de Comandante Supremo das Forças Armadas, o empenhamento do Governo, e nomeadamente do senhor ministro da Defesa Nacional, ramo a ramo, mas envolvendo também especificamente a Força Aérea", afirmou.

O chefe de Estado frisou que "os mandatos presidenciais são de cinco anos, os mandatos governamentais são de quatro anos", mas "as Forças Armadas são de missão indefinida no tempo", e defendeu que por isso "tem de haver uma continuidade de Estado" na política de Defesa.

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